Mudamos!

Mudamos! Obrigado pelo carinho, pela compreensão e pela paciência durante o período de abandono.

Agora estamos em:

 

http://fellowpalm.wordpress.com

 

Até lá! E avise os amigos! ;)

Tecnostalgia: Tungsten W

Não é todo dia que uma estrela de holywood aparece por aqui: o Tungsten W foi estrela do filme Little black book, aqui traduzido como a agenda do meu namorado, uma comédia romântica bem gostosinha que tem o Palm como figurante de luxo do filme. Este aparelho foi pioneiro em sua época ao incluir WiFi, Bluetooth, IR e teclado QWERTY...

Para saber mais sobre o filme, clique aqui!

Eu falo que a Palm não é mais a mesma já há algum tempo. Praticamente abandonou sua linha de PDA's para participar da correria pró Smartphones. Mesmo neste mercado específico, acende uma vela pra Deus e outra pro outro lado, quando lança seus Treos, hora com Windows Mobile e sincronizando com Outlook, hora com PalmOS e o polivalente PalmDesktop. A Palm achou que foi esperta em lançar seu últimp PDA agora há pouco tempo, bem, em 2004!, afinal, a Sony largou mão de PDA bem antes disso e junto com ela outra referência do mercado, a Dell também pegou e se mandou.

Porém, um mercado que vem dando sobre vida ao uso dos PDA's não tem nada relacionado ao uso de PIM (Personal Information Management) ou de joguinhos para PDA, mas sim a automação de forças de vendas, em especial, tiradores de pedidos, como restaurantes, vendedores de ruas e até o rapaz que mede a água na SABESP. Para estes, o mercado só deixou uma alternativa, o Window Mobile 5.0 ou 6.0, obrigatoriamente da T|X e comparamos com o primeiro Palm com processador Intel XARM, vemos como a Palm PERDEU terreno. Aliás, isto já era patente para quem involuiu de um Palm T|T5 para um T|X, mas eu me refiro ao Tungsten C, primeiro Palm com WiFi da família que, já no início de 2003 era um avião, em igualdade com os demais produtos da marca ainda disponíveis no mercado, confira:

  • PalmOS 5.2 em português
  • Processador padrão ARM de 400MHz
  • 64MB de memória
  • Tela colorida com cores vivas
  • Teclado
  • Botão para navegação
  • Saída para fone de ouvido e microfone
  • Slot para cartões SD/MMC
  • Conector Universal
  • Wi-Fi (802.11b) embutido
  • Bateria recarregável
  • Diversos programas incluídos
  • A bateria duraria um dia inteiro com o WiFi ligado e até sete dias de uso sem WiFi, por ser de 1500mA, já vinha com o Documents2Go, teclado QWERTY e processador de 400MHz(!). O espaço interno para a época também é espantoso.

    Como dizem os cariocas, "fala sério", se a Palm tivesse um brinquedo deste eu não seria obrigado a ir ao Fran's Café e ver os tiradores de pedido dos garços com poderosos (e caros) iPAQs RX4540 com a função medíocre de servir de menu virtual. E poderia ver a Palm vendendo uns cobres à mais, não é mesmo?

    Live Search versus Folder's File

    Há quatro anos e meio eu trabalho como vendedor da RS Engenharia, serviços, treinamentos e softwares. Neste tempo todo, desde o surgimento da ferramenta Windows Search, que se instala no Outlook para quem tem XP e já vem instalada default no Vista, eu abandonei o sistema de arquivos por pastas dentro do outlook. Eu passei a ter uma única super caixa de entrada com 6900 mensagens (e isto por que eu limpo sempre minha pasta, apagando propagandas, e-mails que eu saiba que vão perder o significado após um prazo e confirmações de recebimento entre outras coisas, sem mencionar a interminável de lista de piadas. O Windows Search parecia ser a solução para a chatisse de ficar catalogando e arquivando cada e-mail recebido e de manter uma árvore de pastas rumo ao infinito na lateral esquerda do seu outlook.

    Tudo parecia bem, até o dia da semana passada em que fui solicitado a encontrar e reportar o histórico de diversos clientes meus para meu chefe. Que desafio! O grande problema é que o Live Search apesar de fantástico, não é semântica então, uma letrinha errada que alguém tenha feito no histórico das mensagens e pronto, lá se vai a mensagem que fica para trás. Rodei o Live Search durante um dia inteiro, com todas as variáveis que me ocorriam, e depois, na inspeção manual, ainda encontrava mensagens deixadas para trás, às vezes com o critério que eu havia buscado todo perfeito, onde a mensagem deveria ter surgido, mas não surgira.

    Hoje, após uma semana absolutamente improdutiva, tenho todas minhas mensagens distribuidas em mais de 30 pastas no meu e-mail, e nunca foi tão fácil ou rápido encontrar uma informação importante. Até que os sistemas de buscas evoluam para semânticos, acredito que este será o melhor sistema a ser adotada para quem, como eu, gerencia diversas fontes de dados e vários clientes simultaneamente.

    A produtividade vai On Line

     

    Acabo de ler o brilhante artigo, como de costume, da Bia Kunze no seu novo blog, que por sinal, ficou -brilhante. Trata-se de produtividade on-line através de diversos softwares que auxiliam aos nômades dos profissionais liberais a produzirem mais e melhor (geralmente sinônimo desejado de tempo melhor administrado e maiores lucros, mas nem sempre assim). O artigo da Bia é perfeito e completo em sí mesmo em todos os aspéctos menos um: os softwares que ela utilizam são ótimos, mas suas licenças são vendidas e são cobradas em dólares, o que levar a um segundo problema para pessoas ingressantes neste mundo: às vezes o dinheiro existe, mas é meio difícil comprar estes softwares on-line com tranquilidade, ou pela ausência do cartão de crédito internacional, ou pela falta de confiança de que uma página de sabe-Deus-onde realmente te mandará o programa e te dará suporte se precisar.


    Para mim, o dinheiro e o fato de meu único Smartphone ser um Nokia E61i de 2005 (pré-pago, devo acrescentar), foi o motivacional para após ler o artigo, sair caçando alguma coisa on-line similiar em funcionalidade, mas obrigatóriamente grátis. Não foi preciso rodar muito, felizmente: o Google que tem de tudo sobre Web já tem uma ferramenta chamada GoogleSync (http://m.google.com/sync) que me parece excelente.


    Na próxima semana estarei testando a solução e vou mantendo-os atualizados por aqui, ok? Logo de cara, parece que já notei um pequeno defeito no programa, aliás, bastante grande para quem sabe que a tríade de um bom PIM (Personal Information Manager) é Contatos, Agenda, Tarefas e Memo, o GoogleSync por hora só sincroniza contatos, agenda e e-mail. Tarefas, que o Gmail oferece, ainda não são gerenciadas. Mas vou experimentá-lo assim mesmo.

     

    Até lá, se alguém por ventura souber de um programa de pesquisa de mercado para Symbian, será bem vindo, estou usando um para Palm OS e fui obrigado a comprar um velho Palm (velho mesmo), só para rodar este programinha que ajudará muito nas coletas de dados das minhas pesquisas de mercado.

    Como matar seu negócio

     

    Artigo originalmente escrito por Lisa Barone, em: www.smallbiztrades.com

    Se você  está procurando maneiras de fazer seus negócios prosperarem existem várias delas por aí, você pode pesquisar todos os caminhos já trilhados, ou optar pelos caminhos nunca antes trilhados, ou pode ainda fazer um híbrido entre eles, obtendo o melhor dos dois mundos se fizer as escolhas certas, contudo, se você está querendo que seu negócio morra em sua rota ou ao menos limite seus lucros de forma bastante severa, você só precisa fazer uma coisa…

    Você precisa esperar. Só isto. Apenas não faça nada!

    Em minhas viagens eu consigo falar com vários proprietários de empresas pequenas e médias, outro dia enquanto estava aguardando meu vôo eu conheci um cara chamado Paulo. Paulo vende ringtones em seu site pela internet e, como diversas pessoas sainda da recessão, ele tinha várias idéias para por em prática, para fazer os negócios prosperarem e seus lucros aumentarem. Ele vinha trabalhando em seu plano por todo o verão, desde o início do pico da recessão, sabendo que o inverno ainda seria meio devagar ele vinha colocando as suas idéias em seu laptop. Há nove meses que ele já vinha alimentando seu laptop com idéias para os negócios e já tinha uma máquina bastante cheia delas, mas nunca implantou nenhuma delas! apenas anotava todas as formas que ele queria aumentar os lucros e conhecer novos clientes em seu laptop, coisas que ele eventualmente faria algum dia. Algum dia…

    O problema com “algum dia” é que esta data não está no calendário. Aquele dia que você tanto espera nunca chegará. Um artigo publicado recentemente num site norte americano mostrava como os 20 maiores negócios da internet se pareciam quando foram lançados. Nesta lista estavam incluídas empresas como Google, Facebook, MySpace, Yahoo, YouTube, Wikipedia, Apple (este era uma beleza…) e outro sites que a maioria das pessoas reconhece imediatamente. Grandes marcas da internet, e elas não eram bonitas. A maioria do site parecia bastante crua, com apenas uma amostra de suas funcionalidades que possuem hoje. Eu não pude evitar de pensar o que aconteceria se estes sites não fossem lançados até estarem “perfeitos” e “prontos”. Se Larry Page e Sergey Brin não tivessem lançado o Google ate’cada uma das páginas da internet já estivessem indexadas em seus mecanismos de buscas e mapeadas.

    Meu palpite é que o Google, junto com o resto destas companhias, nunca teriam sido lançados. Eles ainda seriam alguma ótima idéia para “algum dia” de um dono de pequeno negócio.

    Todos nós sofremos deste tipo de perfeccionismo paralisante, a voz em nossas cabeças que diz “ainda não está pronto”, que “ainda não está bom o bastante para ser lançado”. Mas nesta avaliação, você nunca poderá dar o próximo passo, você ficará sentado sobre o produto até que ele não seja “novo” mais ou perderá a excitação pelo novo que você está sentindo.

    Um dos grandes valores sobre pequenas empresas é justamente sua liberadade em experimetnar. As coisas não precisam estar perfeitas ou certas da primeira vez que saem pela porta, voce sempre pode tentar coisas novas, você pode lançar produtos ainda não acabados. Você pode falhar e você não será crucificado por isso, você poderá até mesmo ser aplaudido pelo seu esforço do tentar.

    Como um proprietário de um pequeno negócio, você precisa se agarrar a chances, todo seu negócio é uma chance. A verdade seja dita, livre-se dos pensamentos negativos e faça o que tiver que fazer. Se você aguardar pela “perfeição”, seu empreendimento nunca crescerá. Sempre haverá distração suficiente e trabalhos mais importantes por serem feitos antes que você lance seu projeot.

    Encontre um meio de equilibrar seus objetivos em qualidades sem esbarrar no perfeccionismo paralisante. Alguma coisa que está  “quase pronta” mas que já está de pé, funcionando e tem trafego de pessoas pode ser melhor que uma idéia perfeita, mas existente apenas na sua cabeça.

    Pare de aguardar. Comece a fazer!

     

    Artigo original de:

    http://smallbiztrends.com/author/lisabarone/

     

    Organização do tempo - o unicórnio da era moderna...

     
    Na era dos super smartphones, nossos aparelhos são capazes de fazer várias coisas, de fotos a navegação na internet, da recepção de e-mails à escrever longos documentos no Word, Excell, PowerPoint e a reprodução de músicas e vídeos. Mas a preocupação geral de todos os desenvolvedores é ainda um só: jogos móveis. Aparentemente as pessoas querem poder trabalhar no telefone, mas elas querem mesmo é ter algo para fazer na sala do dentista, fila de banco e na mesa de trabalho quando a internet cai.
     
    A própria Palm chegou a postergar o lançamento do WebOS (dizem), para esperar os desenvolvedores na nova plataforma terem tempo hábil de criar uns joguinhos já de estreia. E qual aparelho da era moderna é completo sem um Snack básico (tanto da Nokia quanto os ruinzinhos que vinham nos Motorolas velhos)?
     
    Mas eu não vim aqui para argumentar sobre jogos, farei isso numa outra oportunidade. Hoje estou aqui para falar daquilo é a principal desculpa de quem compra um Smartphone caro e quer justificar a despesa para mulher, marido ou chefe: organização do tempo. Sou usuário da tecnologia móvel desde 1900 e guaraná de rolha e sempre tive uma sede inextingüivel de conhecimento por esta plataforma, assim encontrei pessoas fantásticas e forums maravilhosos pelo caminho que me nutriram de muito conhecimento útil e válido.
     
    À partir de hoje, publicarei um capítulo por dia das traduções de alguns desses artigos. Sempre obedecendo à regra básica do Open-Souce, citarei nome, endereço e dados da fonte, como sempre.
     
    E vocês? Buscando melhorarem seu gerenciamento do tempo? Então vamos juntos, o primeiro artigo que traduzirei será:
     
    Gerenciamento do tempo para pessoas criativas
    Mark McGuinness - www.wishfulthinking.co.uk/blog
    Primeiramente publicado em www.businessofdesignonline.com
    Um pouco de história da Palm

     

    Na época do lançamento da Palm PDA não era de verdade, nenhuma inovação, o Newton da Apple já existia e todos estavam pensando em fazer algo para concorrer com ele. A própria escrita Graffit original da Palm depois se mostrou um plágio da companhia que mais desenvolveu inovações sem implementá-las no mercado, a mesma que inventou o Mouse, a interface gráfica por janelas e um mundo de outras coisas, a Xerox. Mas nada disso tira o brilho que encantou e catapultou a Palm para o primeiro lugar em PDA´s por anos seguidos, seu uso incrivel dos recursos espartanos do aparelho que propciaram o preço que o aparelho deveria ter para chegar ao mercado, e toda esta inovação tem um nome, Jeff Hawkins.

    Para se ter uma idéia da rixa de época, o livro "A cabeça de Steve Jobs" que no momento do cancelamento do Newton da Apple, milhares de pessoas foram às portas da companhia de Cuppertino com cartazes dizendo: "Newton is my Pilot", em referência ao Palm Pilot que bombava na época.

    Para a Palm Inc., tudo começou com um bloco de madeira no bolso de Jeff Hawkins em 1994 por um ano. O fundadora da pouco conhecida Palm Computing visionou um computador do tamanho de um bolso de camisa para organizar seus calendários e contatos e, tavelz, permitir a viajantes checarem mensagens pela estrada (talvez e-mails?). Esta era a idéia do Personal Data Assistant (assistente pessoal de dados), exatamente com a Apple havia tentado com o Newton MessagePad - e falhado, no tamanho, no preço e público alvo, segundo Hawkins.

    Hawkins sabia que se quisesse levar esta idéia à diante, teria que vender a idéia dentro da empresa, então ele primeiramente tentou convencer a sí mesmo antes de falar com os investidores. Seu aparelho deveria ser pouco maior que maço de cartas de baralho, muito menor e mais fino que o Newton era - e então, servir no bolso de uma camisa. Mas ele seria prático e este tamanho? Seria fácil mesmo levá-lo para todos os lados e consultá-lo? Hawkins decidiu que para descobrir estas respostas ele teria que testar com um protótipo, e o fez, isto é, mais ou menos, antes de um único circuito ou placa ser construida, o Palm Computing Pilot era solenemente um bloco de madeira, com as dimensões do que seria um Palm.

    Hawkins cortou um pedaço de madeira balsa e o deixou no seu bolso - por vários meses. Ele até mesmo sacava seu "protótipo" e fingia consultá-lo de quando em quando. Contudo, ao apresentar seu produto aos investidores, o que ouviu foi "o mercado para PDA´s está morto". Felizmente para ele um fabricante de modens para computador tinha outra visão e assim a U. S. Robotics comprou a idéia do aparelho e a companhia inteira junta. Em março de 1996 o mundo conhecia o Palm Pilot 1000. O resto é história.

    Em rápida retrospectiva o Pilot - que viria a se chamar PalmPilot e então só Palm, se tornou a plataforma de computador com crescimento mais rápido da história, mais que o IBM-PC ou Apple Macintosh. No interim, a U.S. Robotics foi assimilada pela 3COM e a Palm Computing foi junto. A linha de produtos da Palm cresceu e companhias como IBM e Sony e Symbol Technologies adotaram o Palm O.S. para seus próprios handheld.

    Hawkins deixou a companhia em 1998, não para jogar Golf ou uma aposentadoria muito prematura, mas fundar sua própria companhia, em setembro de 1999, a Handspring introduziu o Visor - um clone do Palm licenciado e que, em muitas maneiras, ultrapassava seu antecessor. Até que a companhia também foi readquirida e fundida à Palm Inc.

       

    Tecnostálgia... que bom mesmo eram os velhos tempos...

    Quando os primeiros aparelhos de tecnologia começaram a surgir, buscando massas e uma exploração que levariam a indústria aos dias de hoje, as empresas não sabiam como abordar ainda o público. Os telefones celulares mal havia surgido e o formato único do momento era o motijolo, foi quando a Motorola foi buscar inspiração no reduto nerd. A idéia era buscar clientes early adopter (adotadores prematuros) e fazer deles divulgadores. Mas onde encontrar estes early adopters?

    A solução caiu do céu com os nerds, justamente eles tão envoga hoje. A motorola criou o modelo StarTAC (alguém lembra um seriado de TV sobre "onde nenhum homem jamais havia ido"?), este aparelho foi o primeiro modelo no formato FOLDER (ou Shell, ou "de fechar"), lançado em 1996, o aparelho virou vedete. Para se ter uma idéia do quanto este aparelho virou sinônimo de fashion (um iPhone de sua época), ele era vendido nos bons tempor por US$ 1.000,00 (mil dólares), numa época onde nos Estados Unidos da América, já haviam aparelhos grátis em troca de planos de fidelidade. E durou anos no mercado, saindo do formato analógico para o digital, ganhando o serviço de SMS (no lançamento ele não existia ainda, pode?).

    Sua penetração no mercado dos fãns de gadgets foi tão grande que esto foi um dos primeiros aparelhos a virar modem para Palm´s, com direito a cabo de conexão com a ponta StarTAC e uma ponta Multiconector da Palm. Acho que a Bia chegou a ter um aqui no Brasil, já bem mais tarde, por volta de 2000 ou 2002.

      multiconector para StarTAC.

    Por onde anda a revolução?

    Ainda me lembro do meu primeiro Palm, um M125, apelidado, posteriormente, de tampa de privada. Fiquei fascinado por seu formato, seu software que integrava todas as principais funções dos computadores de época (word, excell, e-mail - por sincronismo) e até navegar na internet pelo IR do celular. Mas mais fantástico ainda era o cartão de memória, 4Mb no tamanho de um selo! Um selo! 

    Desde então, meu fascínio por aparelhos móveis só cresceu. A tecnologia era fantástica e tornável acessível um mundo imenso de novidades literalmente na Palm da mão. No metrô eu vinha lendo as notícias baixadas no Hands e no banheiro eu lia Paulo Coelho que na época, havia disponibilizado todos seus livros em PDF em seu site. Não recomendo a leitura, é coisa para fazer assim, nos interins.. 

    Do M125 eu passei a um HP 1920, com bluetooth e então para um Z71. Sua câmera era do tipo Slide, escorregando por de trás da elegante base metálica que tinha em sua traseira. Tive depois disso um Sony, o sistema operacional retrocedera para o 4, mas os recursos que a Sony carregava em seu PDA eram fabulosos. Houveram T|E às dúzias, dois LifeDrives, um T|X e um T|5 ainda. Há um Zire 72 por pouco mais de uma semana e um Z22 que eu ganhei no passado, e que eu também o adorava pelo design inovador e por entregar só aquilo que um bloco de notas eletrônico precisava, 4Mb de memória interna, o quadrilátero das soluções móveis (Contatos, Agenda, Tarefas e Memos) e funcionava no meu teclado. Portátil e lindo.

    Então vieram os Smartphones, e desde então minha paixão sofreu uma guinada, mas ao contrário de abandonar os PDA's eu me apaixonei ainda mais por eles. Os smartphones me pareciam o pior dos dois mundos. A bateria espartana do Samsung SGHi 321N era horrível. O teclado incompleto do MotoQ, sem capacidade para acentos foi uma decepção. O A1200 da motorola entao era horrível, seu teclado era inútil a menos que você estivesse totalmente parado, para acertar as minúsculas letras com a indefectível canetinha. E perdê-la era um pesadelo, pois o nosso mercado de acessório é bizonho. O Centro foi o melhor Smartphone que já tive em vida, e ainda assim, tinhamos que viver com suas travadas inevitáveis.

    Hoje, dias depois da venda do meu velho T|5 sinto uma saudade danada do velho pilantra, companheiro de tantas reuniões de negócios e minha "ouvinte" quando a inspiração batia e eu precisava escrever. É verdade que hoje tenho um excelente Smartphone, o E61i da Nokia, quadribanda, IR, Bluetooth e WiFi, mas há algo no Symbian que não me encanta. Seu visual antigo poderia ser uma pista, mas o que pode ser mais antigo que um Palm OS Garnet? Talvez seja a falta de programas, talvez a falta de carisma.

    Seja o que for, acho que vou vasculhar os recôndidos da internet atrás de um Palm velho, e torcer para a Palm do Brasil ao menos, não desistir de PDA's, embora seja um pouco tarde, depois do fechamento da Celéstica do Brasil, a sua fabricante terceirizada local...

    Good times...

    Ando caído por um Motoroloa Q11...

    Apesar das minhas crĩticas, adoro a Motorola e seus Smartphones, gosto do meu E61i, já velhinho, mas ainda muito funcional, mas isto não evita que eu suspiro pelos cantos com um aparelhinho destes por aí...

    Leia mais aqui no Gigablog.

    Samsung i710

    Devo começar esta rápida análise deste telefone já velho, quase um ano do seu lançamento, avisando: não gosto da samsung.

    Mas este i710 quando pude vê-lo de perto, me pareceu feito pela fábrica especialmente para atender todos os meus requisitos mais exigentes, para agravar a imagem do aparelho comigo...

    Primeiro o aparelho de plástico me faz lembrar os mais baratos clones chineses, um plástico barato, com aparência de frágil e que marca fácil. O aparelho parece uma casca frágil ao redor de um aparelho muito menor. Pressionar seus botões só agrava esta idéia.

    Em operação o aparelho possui uma memória muito espartana para o uso diário, sendo necessário constantemente finalizar os programas em operação em background.

    A caneta de dados (stilys?) é retrátil como a do motorola A1200, uma solução paleativa para adequá-la ao tamanho do aparelho, mas enquanto a de seu irmão com linux apenas é pequena, a metalização do plástico exagerada nesta caneta apenas agrava a idéia de frágil da canetinha.

    O conjunto toda não passa confiança alguma. Por fim, a durabilidade duvidosa de sua bateria (pelo fato da caixa já trazer duas e um carregador de mesa avulso) é comprovada pela prática, um acesso mediano de e-mails na rua e o atendimento de meia duzia de telefonemas já reduz a vida útil da parca bateria para apenas 4 horas, sendo necessário sacar do bolso a bateria extra para tentar chegar às 17 horas com alguma carga.

    MyWebCartoon

    Geralmente eu odeio barras de busca que se auto convidam a habitar meus navegadores, mas este me pareceu particularmente curioso e, de qualquer maneira, eu o instalei na máquina da minha mulher, já que a minha roda Ubuntu... ;)

    As copas de 2010, dentro e fora dos campos...

    No ano que vem, enquanto a Africa do sul recebe centenas de jogadores para a copa do mundo de futebol de 2010, outra copa do mundo estará se desenrolando, a dos sistemas operacionais. a partir de janeiro de 2010 muitas novidades foram anunciadas que não se darão em meia dúzia de partidas, mas sim que poderá mudar o futuro da computação pessoal, mais uma vez.

    Leia mais aqui.

    Caverna do Dragão - Dungeons and Dragons.

    Eu era vidrado neste desenho e hoje, navegando pelo Meme descobri este artista que ótimo traço e pelo visto, também apreciava muito a série animada baseada em Dungeons & Dragons. Em janeiro deste ano a Globo ainda reprisava o desenho, às 10 da manhã de sábados, enquanto definia sua programação nova, isto é, naquele intervalo inútil entre o ano novo e o carnaval. Agora, infelizmente, só através de parcos e raros DVD's piratas para se assistir um pouco destes velhos clássicos.

    Para quem interessar, há um montão de histórias sobre o capítulo final nunca transmito pela Globo desta série. Há algum tempo atrás a falecida revista Dragão Brasil (inspirada pela Dragon Magazine norte americana), uma revista sobre RPG (o jogo de interpretação de papéis, entre os títulos disponíveis, o Dungeons and Dragons que o desenho promocionava), publicou uma entrevista com o antigo estúdio que fazia o desenho e revelou o roteiro final.

    Para não romper surpresas, nem ser processado pela dita revista, adianto apenas que não há versões infernais ou quaisquer outras teorias da conspiração, os garotos confrontam um último desafio que lhes garante o direito de retornar para casa, como era esperado. Este último episódio, contudo, nunca foi produzido, pois a baixa audiência norte americana fez com que o programa fosse encerrado antes do final da sua primeira temporada (daí também o que parece ser a Globo sempre reprisando a mesma meia dúzia, é que só ela mesmo para passar).

    Cigarros e vilões

    Quando criança eu brincava com dois bonecos, um do homem aranha e outro do Dr. Octopus. Me lembro que o Dr. sempre apanhava do herói nas minhas tramas, e que ia para sua mansão secreta para recuperar suas forças para a próxima batalha. Nesta mansão nosso genial vilão ouvia boa música (os discos do meu pai, em especial Pink Floid), tomava vitaminas que eu imaginava uns comprimidos como aqules de óleo de fígado de bacalhau e fumava charutos. Eu perdia tanto tempo imaginando os detalhes da boa vjda do vilão, seu trabalho eventual, tempo livre e charutos, que só lembrava do herói quando um novo banco precisava ser salvo de assalto.

    Hoje, mais velho eu não tenho a menor idéia de onde veio esta minha fixação por charutos para meu vilão, mas eu sempre admirei os que fumavam.

    Nos desenhos é sabido que os heróis não fumam, mesmo quando o desenho é para parecer adulto. Nos quadrinhos é cada vez mais raro observar o Wolverine fumando, mesmo ele com o fator de cura, mas não, em geral sempre coube aos vilões, estes mal afamados bons vivãs, o papel de fumantes. Os capangas fumavam bitucas mal acesas e fedorentas enquanto os gênios do crime imensos puros cubanos. Quanto mais malvados, maior o fumo. Meu Dr. Octopus não ia ser excessão, ia?

    Hoje, tentando não fumar, me propus a escrever algo. e não é que esta é justamente a lembrança que não me sai da cabeça? Justamente hoje, véspera da proibição de fumar em bares e lugares fechados, quatro dias depois que iniciei meu cansativo programa de largar o fumo...

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